Educação: prioridade sempre
Em uma semana especial para os maranhenses, quando nossa linda capital chega aos 410 anos de muita história e riquezas, quero voltar a um tema que, para nosso governo, sempre foi e sempre será prioridade: a educação.
Em uma semana especial para os maranhenses, quando nossa linda capital chega aos 410 anos de muita história e riquezas, quero voltar a um tema que, para nosso governo, sempre foi e sempre será prioridade: a educação.
Nosso governo segue sua missão: garantir conquistas. E esta semana foi muito especial, com notícias que nos dão a certeza de que estamos no caminho certo. Mesmo diante de uma crise institucional, com um governo federal que parece gerir sem um planejamento para o Brasil, só no mês de julho conseguimos gerar mais de 5.000 empregos com carteira assinada no Maranhão.
Chegamos à marca de 150 Restaurantes Populares, naquela que é considerada a maior rede de Segurança Alimentar da América Latina. Só nos últimos quatro meses, entregamos 50 unidades, com refeições a R$ 1,00, no almoço e no jantar. Agora, passamos a oferecer café da manhã, também, e uma bela feijoada aos sábados.
Neste domingo, comemoramos o Dia dos Pais. E esta é uma data muito especial para mim.
Ter a possibilidade de estar à frente dos destinos do estado que amamos é algo que mexe muito com nossas emoções. No entanto, a tomada de decisão do dia a dia requer que se mantenha o equilíbrio necessário com a razão. E essa relação deve ser muito bem construída. É exatamente isso que tenho procurado fazer como governador. Não é fácil lidar com situações em que é possível ferir suscetibilidades, mas que são necessárias para o desenvolvimento do trabalho. Por outro lado, como não se contagiar com a emoção das respostas que recebemos, principalmente nas ruas, diante das decisões que tomamos?
Entre tantas e tantas ações que determinamos, diariamente, uma delas gostaria de destacar neste artigo: o abrir portas. E temos feito isso de muitas maneiras: seja inaugurando obras importantes, ações que chegam imediatamente ao povo, como os Restaurantes Populares; seja promovendo a aproximação com mercados internacionalmente importantes; seja garantindo, a todas e todos, um dos menores preços finais nas bombas de combustível no país.
Prometo ser breve no artigo de hoje.
Mas não posso deixar de escrever sobreva emoção que senti ao pisar o solo do Maranhão, novamente. Voltar para casa foi o grande presente que recebi nos últimos dias. Um presente divino, depois de 44 dias de internação. Um período que teve funções bem maiores do que reabilitar o meu corpo. Serviu também como reflexão e renovação da minha fé. Agradeço muito a toda atenção que me foi dada pelos profissionais de saúde que estavam comigo. Médicas e médicos; enfermeiras e enfermeiros; técnicas e técnicos de enfermagem que se revezavam na tarefa de me deixar o mais seguro possível.
Lembro bem de artigos que escrevi, nos últimos dois anos, sobre o período junino. Muito especialmente de passagens referentes ao dia 30 de junho. Com o distanciamento, por conta da pandemia, as redes sociais foram o grande palco de nossas manifestações culturais.
Se tem uma frase que me move, é esta: o Maranhão não pode parar. Por tudo que construímos nos últimos anos, com muito trabalho e dedicação aos maranhenses. Ninguém pode negar os avanços que conseguimos, mesmo aquelas pessoas que, hoje, por simples questão eleitoral, se ocupam em criticar o Governo do qual sempre fizeram parte.