O Natal do Maranhão
Antes de qualquer coisa, deixo claro que não darei “spoiler” – termo em inglês utilizado, hoje em dia, para designar a revelação antecipada de informações.
Antes de qualquer coisa, deixo claro que não darei “spoiler” – termo em inglês utilizado, hoje em dia, para designar a revelação antecipada de informações.
Para esta semana, reservamos o espaço para escrever sobre um grande presente divino que recebemos em nossos territórios
Estar todo dia à frente do governo, para mim, é uma grande satisfação. Trabalhar pela oportunidade de ajudar a realizar sonhos é algo que nem consigo mensurar.
Diante dos compromissos que assumimos com o povo do Maranhão, um deles é muito especial e se apresenta como um grande desafio a ser vencido diariamente: a geração de empregos. Então, ficamos felizes quando conseguimos manter o estado registrando aumento no número de vagas pelo nono mês consecutivo.
Chegamos ao fim de mais um processo eleitoral. Agora é olhar para frente e trabalhar muito. O povo espera, de todos nós que saímos vitoriosos dessas eleições, resultados. Não deve haver mais palanque. Devemos seguir juntos em busca do melhor para o Maranhão, do melhor para o Brasil.
Daqui a uma semana o brasileiro vai escolher que caminho seguir nos próximos quatro anos. Uma escolha importante e que é de cada um. Não dá para transferir responsabilidade em um momento tão grandioso. Por ser dia de eleição, não publicaremos nosso artigo semanal. Então, neste de hoje, quero alertar sobre a importância de se evitar altos números de abstenção nesse segundo turno. Ainda no primeiro, o Maranhão ficou em 7º lugar entre os que apresentaram o maior número de eleitores ausentes.
Não há espaço para a intolerância no Brasil. Não há. Um país que exalta a liberdade, se orgulha de sua miscigenação de raças, cultiva o pluralismo religioso, possui uma das melhores leis de proteção às pessoas com deficiência da América Latina e que respeita a diversidade não pode oferecer brechas para a desagregação diante do contraditório.
Antes de qualquer coisa, peço a permissão do leitor para me expressar, neste artigo, em primeira pessoa. São muitos os sentimentos particulares envolvidos.
Nossa campanha se desenhou de maneira limpa, construtiva e, acima de tudo, contagiante.
Entre tantas características que tenho – assim como todos nós -, uma delas é a de ser um intransigente defensor da democracia. Se hoje vivemos um Estado democrático, devemos a muitos que se entregaram por isso. E se essas pessoas, lá atrás, tivessem se omitido em lutar por esse direito, como estaríamos? Não há dúvidas de que a Democracia venceu.